Do querer ao fazer, ou o espaço da esperança.
segunda-feira, março 10, 2008
Concurso de Poesia 2008
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9 Comments:
A guerra,... claro, a guerra,... por quê sempre a guerra?,...
A guerra do comércio,deste comércio que leva à guerra.
A guerra paixão de paixões desenfreadas que levam à guerra.
A guerra do barulho que só termina com a guerra com o silêncio.
A guerra dos Deuses que abatem os anjos.
A revolta dos anjos que guerreiam os Deuses.
A guerra da bola que de tanto levar pontapé só descansa no golo.
Vamos dar paz à guerra para que esta nos traga a paz...
Um abraço
"fazendo"....do combate a esperança!
_________________.
:)
bom dia A.
voltei por pouco tempo.
mas venho sempre. aqui. onde a palavra tb é acto.
obrigada!!!!!!!!!!!!!!!!.
abraço.
Ainda bem que existe a guerra
que contrasta com a falsa paz
é desta forma que o poder impera
pois doutro modo não é capaz
Um abraço
Raul
Augusto,
Acho que há uma frase que resume quase tudo na perfeição:
"a paz é um curto lapso de tempo que medeia duas guerras".
Abraço.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
A letra de Geraldo Vandré assenta bem neste teu texto.
Um abraço
O texto é soberbo!
Conheço a musica e letra (depois te envio)...
Não há interpretação para guerras nem me parece que tempo de paz seja intervalo porque nunca há tempo de paz enquanto a fome existir na humanidade.
As guerras fazem parte da existência e até parece que instigam ao equilíbrio por incrível que nos pareça.
Estejas bem Querido Amigo
Beijos e mais beijos
As pessoas quando são dirigidas para um qualquer conflito devem sempre parar e perguntar porquê. Em 99.99% dos casos as guerras são despoletadas contra elas por indivíduos que só têm a ganhar com a destruição de vidas e de bens.
sem palavras.
mas contigo. sempre.
até breve.
boa páscoa.
e obrigada. muito. pela companhia. serena e solidária.
beijos.
A interpretação desta canção pelo cantor Zé Ramalho é comovente.
O mais, está tudo dito. Ou sentido.
Um abraço
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